Se você não trabalhou mais de 30 anos, esta análise não é para você.

Esta pré-análise é voltada apenas para trabalhadores que passaram décadas expostos a risco e tiveram o tempo especial ignorado ou mal analisado pelo INSS.

Indicada exclusivamente para quem:

  • Trabalhou 30 anos ou mais, e
  • Contribuiu ao INSS durante esse período, e
  • Já ouviu que “ainda falta tempo”.

Não indicada para quem está no início, meio ou fase inicial da carreira.

Pré-análise do seu caso

Responda com atenção para uma avaliação correta.

Essa análise faz sentido para você se:

Já ouviu do INSS que “ainda falta muito tempo”, mesmo após anos contribuindo

Já tentou se aposentar e recebeu um indeferimento

Trabalhou anos em ambiente com:

Atuou por longos períodos em:

Se você trabalhou com:

Não é só o nome do cargo que importa. O que define o direito é:

O ambiente de trabalho

Não importa apenas o cargo registrado em carteira. O que pesa é onde e como o trabalho era realizado. Ambientes com exposição a agentes nocivos como ruído excessivo, produtos químicos, agentes biológicos ou condições insalubres podem gerar direito ao tempo especial, mesmo quando a função não aparenta risco à primeira vista.

A exposição habitual ao risco

Para o INSS, não basta o risco existir de forma eventual. É necessário comprovar que a exposição era habitual e permanente durante a jornada de trabalho

A forma como isso foi registrado e comprovado

Mesmo quando o direito existe, ele pode ser negado por falhas na documentação. Erros no PPP, ausência ou inconsistência no LTCAT, ou registros incompletos fazem com que o INSS desconsidere o tempo especial.

Quando isso não é analisado corretamente, o trabalhador acaba:

Trabalhando mais tempo do que deveria

Sem o reconhecimento do tempo especial, o trabalhador continua na ativa além do necessário, mesmo já tendo direito à aposentadoria ou a uma regra mais vantajosa.

Perdendo dinheiro

A falta de enquadramento correto pode reduzir o valor do benefício, eliminar atrasados e até impedir o acesso à melhor regra disponível, gerando prejuízos financeiros significativos.

Aceitando um “não” sem revisão técnica

Muitos segurados aceitam a negativa do INSS como definitiva, sem saber que o erro está na análise, e não no direito. Com uma revisão técnica adequada, muitos indeferimentos podem ser revertidos.

COMO FUNCIONA A ANÁLISE

01

Análise do histórico


Tempo de contribuição, funções e ambientes.

02

Identificação do tempo especial


Verificação de exposição a risco conforme a legislação.

03

Orientação jurídica


Explicamos se faz sentido avançar e qual o melhor caminho.

Descubra agora se o seu tempo especial está sendo ignorado

Quem trabalhou exposto a risco e não revisa o histórico pode acabar:

A pré-análise existe para evitar esse erro.

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